CORUJAS MAGNIFÍCAS

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013




EM SE TRATANDO DA INTUIÇÃO...

Nos acostumamos com respostas automáticas para as perguntas do coração.
E ai, está tudo bem?
Está tudo bem e você?
Você está triste , alguma coisa acontecendo?
Não, está tudo bem, é impressão sua.
Desta maneira, se instala a confusão entre o que sentimos e aquilo que conseguimos enxergar além do que os olhos veem.
As pequenas mentiras inocentes nas relações humanas.
E a dúvida surge...
Já não tenho certeza do que sinto e estou vendo.
O coração sente,  mas,  a razão racional nega.
Então, nos aquietamos, respeitamos aquilo que o outro quer  passar como a verdade e negamos nossa intuição...
Mas,  a alma fica triste... 
Como entrar em conflito com a verdade do outro?
Todos nós temos a capacidade de sentir e ver o que o outro nos passa, basta prestar atenção.
Mesmo quando crianças, percebemos em nós, na forma de choro, angústia, irritação, sentimentos de tristeza ou alegria que identificamos em nossas mães.
Começa ai...
Para tirar nosso sofrimento e preocupação, nossas mães negam seu próprio sofrimento.
Está triste, a senhora chorou?
Diz que não,  é impressão nossa.
E esta intuição maravilhosa, que faz parte da alma e que Deus dá a todos  fica perdida em si mesma...
Passamos a acreditar que o que vemos e sentimos é só impressão, um engano...
Deixamos de acreditar no que lemos na linguagem do corpo e dos olhos.
À medida que vamos amadurecendo, surgem estes conflitos entre o que percebemos, naturalmente, e a negação das pessoas de suas verdadeiras emoções.
Mas a vida caminha e, na procura de caminhos e respostas, descubro que posso escolher no que devo acreditar.
Se decido ter a coragem de aceitar esta intuição, devo procurar segui-la porque através dela, o PAI CELESTIAL fala dentro dos nossos corações...
A busca de ajuda no PAI CELESTIAL  e suas respostas vem em forma desta intuição inata  e se mostra pelas circunstancias.
Só é preciso aprender a ouvir... enxergar... e acreditar...

                                                                    Maria da Graça
                                                                     28/07/2012





Um comentário:

  1. Querida, esta intuição, este sentir tão comum a nós, mulheres, muitas vezes é o que nos move, no dia-a-dia.
    Bjs,

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